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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, ROCHA, Homem, Portuguese, English, Cinema e vídeo, Música, Arte, cultura, mexericos e afins! MSN - vitorolive@hotmail.com
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Para ingleses, gregos e troianos ouvirem!!!

Realmente é um bálsamo para os ouvidos o novo CD de Zizi Possi. Valeu a pena esperar! Minha única restrição é quanto ao título “Para inglês ver e ouvir”, que não faz jus à beleza do projeto. Zizi, como sempre dá um show de talento, esbanjando voz, afinação, delicadeza e interpretação, uma rara combinação, pois geralmente ou se é afinado ou se é bom intérprete. Zizi dá um banho nessas duas praias.
Seja para um encontro romântico ou para se ouvir sozinho em casa, com calma, é um verdadeiro deleite. Grandes clássicos da música em língua inglesa se unem a sucessos pop da mesma língua. E o resultado é divino! As canções, que já são lindas pó si só ganham nova dimensão na voz da cantora. Todas as faixas são belíssimas, mas “Moon River”, “I don’t wanna talk about it”, “Ruby” e “Love of my life” nos levam a um passo do paraíso. Realmente de arrepiar. Zizi se renova a cada trabalho mostrando que é uma grande intérprete, talvez a maior de sua geração. Mostra, sobretudo, que de nada vale regravar canções imortais se elas não tiverem um belo toque pessoal. A impressão final que essa moça nos deixa é a de que ela pode fazer o que quiser com sua voz!
A mon affair, obrigadíssimo pelo mimo!!! Agora quero o DVD!!!! rs...
Escrito por Werther-Pan às 17h37
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Esclarecimento!
É importante não confundir auto-estima com xenofobia ou ufanismo. Não sou xenófobo. Só prefiro pôr azeitona na minha empada primeiro do que na empada dos outros. Uma azeitona metafórica, é claro, pois detesto azeitona. Rs!
Escrito por Werther-Pan às 00h16
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Gente, terapia de grupo é legal....
... ainda mais quando o grupo é composto por mon affair, Tammy Belíssima, Condessa d´Além Méier, Pudica Sulferini e dois novos amigos, Marcos e Kobalski. Pareca mais papo de comadre do que outra coisa... rs! Ainda bem que há alguém hiper competente no comando para não deixar que surtemos. A doce e bárbara Rose!!! Ela é bamba! Além de enriquecedores, os encontros são reveladores e divertidos. Ném dói! Bjs a meus colegas de terapia!!!
Escrito por Werther-Pan às 02h07
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Finalmente saiu o meu "diproma"!!!
Enfim, os anjos disseram amém e meu diploma requerido desde o ano passado, enfim, veio até minhas mãos. Engraçado, parece que só agora me formei. A coincidência é que fui buscar meu diploma no mesmo dia da inscrição do vestibular. Todos os calouros obrervavam com cobiça meu documeto e eu os observava com nostalgia, com uma lembrança de uma certa inocência perdida, uma saudade de um tempo que não volta mais. Pronto: agora sim sou um Bacharel em Letras. Por enquento, meu bacharelado só está me servindo para garantir prisão especial. E olhe lá! Mas acho que está prestes a servir de algo mais nobre. É aguardar e confiar!
Escrito por Werther-Pan às 02h03
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Eleição "Musa do carnaval 2005"
Pois é, minha gente! Luiza Brunet já havia anunciado sua retirada do carnaval. Depois a notícia de que Luma não desfilará este ano chocou a todos. Ficamos órfãos, isso não pode fica assim. Por isso, "Aqueles dois", cumprindo com seu dever cívico-carnavalesco, lança a eleição.
Quem deve ser a musa do carnaval este ano?
a) a Belíssima Tammy Pocotó
b) a fervidíssima Marcelette Roosevelt
c) a brejeira Pudica di Holliday
d) a recordista Sílvia "Banhara" Polkan
e) Alguém mais...
Não deixe de votar!!! O futuro do carnaval 2006 está em suas mãos...
Escrito por Werther-Pan às 01h59
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Gregório de Mattos - 400 anos depois!!!
Senhora Dona Bahia, nobre e opulenta cidade, madrasta dos naturais, e dos estrangeiros madre. Dizei-me por vida vossa em que fundais o ditame de exaltar os que aqui vêm, e abater os que aqui nascem?
Se o fazeis pelo interesse de que os estranhos vos gabem, isso os paisanos fariam com conhecidas vantagens. E suposto que os louvores em boca própria não valem, se tem força desta sentença, mor força terá a verdade.
O certo é, pátria minha,
Que fostes terra de alarves
E inda os ressábios vos duram
Desse tempo e dessa idade.
Haverá duzentos anos,
Nem tanto podem contar-se,
Que éreis uma aldeia pobre
E hoje sois rica cidade.
(Gregório de Mattos – 1608)
Geeente!!! E não é que o Boca Maldita nos soa atualíssimo!!! Esse lance de babar ovo para estrangeiros já vem do século XVII...
Então tá, né... Que venham os Stones!
Escrito por Werther-Pan às 23h49
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"As pontes de Madison" gay.

Sim, queridos. Eu fui assistir, na companhia da meiga Juju e de mon affair, ao mais badalado filme do momento, “O segredo de Brokeback Mountain”, do não menos badalado diretor Ang Lee. Agora que já fiz meu dever de casa e cumpri meu dever cívico, já posso tecer meus comentários.
Importantíssimo do ponto de vista político e social, pois não é todo dia que um blockbuster aborda com tanta franqueza um tema que ainda é um grande tabu em nossa sociedade. Quanto a isso, nada tenho a dizer senão louvar a iniciativa e parabenizar pelas conquistas.
Agora, no que diz respeito ao filme propriamente dito, ouso em dizer que não passa de um filme mediano, para não dizer medíocre, ainda mais em se tratando de Ang Lee. Uma espécie de versão gay e requentada do magnífico “As pontes de Madison” que vai sensibilizar o espectador mais sensível e aguçar os hormônios das bibas mais nervosas. O elenco está perfeito, mas gostei muito (ao contrário da crítica) da atuação do protagonista, Jake Gyllenhaal, que soube dar o tom exato de seu confuso personagem, dividido entre a libido e a covardia. Michelle Williams, no papel de infeliz esposa, é a que mais consegue dar a noção do sofrimento causado pela relação de amor dos cowboys. A primeira parte do filme, ou seja, a ação na montanha citada pelo título é fabulosa. Os outros longos e cansativos minutos resultam em um filme arrastado e bocejante. Mas o pior do filme é aquela musiquinha insuportável que toca sempre quando os dois se encontram. Depois de mais de duas horas de projeção, já dá vontade de destruir aquele violãozinho chato.
Enfim, tem até cara de Oscar, pois apresenta um tema polêmico recheado de sofrimentos e abnegações, mas no fundo, no fundo, é um filme raso!
Escrito por Werther-Pan às 12h47
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